Montagens

 - com Bertolt Brecht

 - com Albert Einstein

 - Com Alfonsina Storni

 - com Carlos Drummond de Andrade e Camilo Bevilacqua

 - com Charles Chaplin

 - Em um Escher

 - com Freddy Krugger

 - com Manuel Bandeira

 Hans Eisler, Bertolt Brecht e Gil Esper

 - com Harold Pinter

 - com Jean Luc Godard

- com Macedonio Fernandez

 - com Marcel Duchamp

 - com Marcel Duchamp

 - com Nosferatu

 - com Nosferatu

 - em um Lucien Freud

- com Richard Wagner

- com Eugene O' Neill

 - com Jacques Lacan, Jean Paul Sartre, Albert Camus, Michel Leiris, Jean Abier, Cecile Eluard, Pierre Reverdy, Louis Leiris, Pablo Picasso, Fanie de Campan, Valentine, Simone de Beauvoir, Brassai
"O Teatro de Palavra não tem nenhum interesse espetacular, mundano, etc, 
seu único interesse é o cultural."

Hoje "O Senhor Brecht" é recitado por Glauce Guima no CAAU, Circuito do Afeto Artistas Unidos, inaugurado e empossado pela interpretora Marina Lutfi, que promete dar um depoimento esclarecendo como tão rapidamente consegue dar conta de tudo (CDCDT).




"O Senhor Brecht" vai abrindo novos caminhos

Hoje o convite veio bastante oportuno, 
a cadeira "Bertolt Brecht: Estratégias Cênicas para Tempos Sombrios" 
do Laboratório de Artes Cênicas da PUC

Só para recomeçar!


São muitas as urgências que o nosso tempo impõe, e a nós que somos o teatro é imperativo arejar o tempo com palavras necessárias, preencher o vazio que está sendo imposto, resistir, mostrar a suficiência de nossas vozes e corpos – atrizes, atores - narradores. Primeiro mostrar quem somos, a viemos, de onde viemos (rapsodos, griots) sem as mistificações que também nos esvaziam. Sermos um pouco - só pra recomeçar! - apenas o que somos: veículos da cultura, contadores de mitos, fábulas, histórias; instauradores de um rito cultural ancestral comum.

Sala para Rapsódias



Récita na Calçada da Livraria

A Livraria Quixote, um dos pontos de encontro mais requisitados da capital mineira de leitores escritores amantes da literatura e do café, recebe sexta-feira a atriz Glauce Guima que está de passagem por Belo Horizonte com este trabalho no qual recita o livro de Gonçalo M. Tavares "O Senhor Brecht", após cinco anos de tentativas de recolher patrocínio. O projeto foi repensado como "Sala para Rapsódias" e reduzido ao máximo: corpo e voz da atriz nos brindam com o conteúdo das estórias compostas no livro deste grande escritor, sem a necessidade de palco, refletores ou quaisquer outros artifiícios que mediem a palavra do emissor ao receptor. Após a récita, contribuições voluntárias em dinheiro, sem valor mínimo muito menos máximo, permitem que ela continue circulando resistente, insistente e independentemente com o trabalho.


Rapsódias Belo-Horizontinas de Eid Ribeiro

A coletânea Crônicas de Eid Ribeiro, lançada recentemente pela Editora Javali (2016) são um retrato delicioso de Belo Horizonte, como o caso da baleia estacionada na Praça Sete em época de recessão, que amontoou um monte de gente para comprar aquela carne cinzenta cortada em filete, cenário de obra de arte contemporânea - brinca Eid. E o que sucede é curioso, engraçado, como a estadia do cineasta Luis Buñuel na cidade, e tantos outros acontecimentos que merecem sair das páginas do livro e ter lugar na memória de beagá, através dos ouvintes.
O livro será lido por Glauce Guima integral e ininterruptamente, como o fez recentemente em Lisboa com “Grande Sertão:Veredas” de Guimarães Rosa, durante 33 horas seguidas. Já Crônicas é um tanto mais curta, calculando-se o total de 5 horas a ser realizada publicamente e em voz alta, com circulação variada de público durante toda a execução.

A leitura-performance terá início às 10h de sábado dia 02/09, ao lado da estátua de Henriqueta Lisboa, localizada à Praça da Savassi (R Fernandes Tourinho com R Pernambuco), segue para o banco da Patrícia de Deus – Ideias e Papeis (R Fernandes Tourinho, 145) onde estará acontecendo mais uma edição do Bordando no Banquinho, reunião de bordadeiras que poderão ouvir algumas estórias. O término da leitura está previsto para 15h e é itinerante, sempre no quarteirão das livrarias e cafés da Fernandes Tourinho. Leve seu banquinho, cadeira de praia, biquini, óculos de sol, protetor solar. Será uma manhã e tarde agradáveis de estórias belo-horizontinas deste grande dramaturgo/ator/diretor Eid Ribeiro.

Importante ressaltar que Glauce vai estar com uma caixa para contribuições voluntárias em dinheiro, sem valor mínimo muito menos máximo, já que o
amor pelo trabalho multiplica energia mas não é capaz de produzir nutriente.


Alguns amigos estão sabendo da minha tara de ficar lendo livro inteiro por aí. Fato é que quando cheguei aqui procurei a atriz Marina Viana pra tomar nossa cervejinha cachacinha beliscar um torresminho, e ela me falou desse livro das crônicas do Eid Ribeiro. Passei na casa dela, me emprestou e li quais que de uma talagada só, que nem a branquinha da esquina. Pensei, é esse. Afora o conteúdo das histórias que é de uma riqueza inigualável, e a narrativa fluida e cativante, semelhante ao contador de causos mineiro, fazer uma performance literária como essa para mim justifica-se pelo fato de hoje em dia o hábito de ler livros tem decaído, não é verdade? E a partir deste ato ouço muitas pessoas dizerem que vão chegar em casa e ler. É como se o medo passasse, temos medo até de ler livros hoje em dia. Mas é preciso resgatar este hábito. Além de ser um ótimo companheiro, o livro nos abre a mente e nos torna mais capazes de discernir, refletir, nos modificar.”, diz Glauce.



GABIRUA é meu nome de estrada. "Nome de guerra", como se diz. Ano que vem faz 20 anos que fui batizada por Gabiru, um grande amor. Na época eu viajava, agora voltei a. Fez sentido ontem na praça quando um viajante se me apresentou:
- Marcos.
- Gabirua.
Então Gabirua começou a me atentar para umas histórias que ando vivendo e vendo por aí. Certa vez disse à Gabirua uma mentora sua:
- Você só pode contar bem as histórias dos outros depois que aprender a contar suas próprias histórias.
(CAMINHO)
Uma tarde num café, Gabirua conheceu uma mulher muito bonita que decidiu sair de casa e se separar do marido depois de 22 anos de casados.
- Só agora eu percebi que já vivia sozinha há muitos anos! - pasmou.


O Senhor Brecht segue multiplicando!

É com enorme prazer que O Senhor Brecht ganha mais um multiplicador, neste caso multiplicadora, Lu Lopes, que armou sua sessão de estreia para a próxima quinta-feira em Belo Horizonte. Lu intercala com Glauce Guima parte das 50 estórias do livro de Gonçalo M. Tavares com o objetivo de, em breve, absorver a totalidade das microficções para trilhar seu próprio caminho, por quantas e quais salas desejar. Bem-vinda, Lu!

Obrigada, Beagá!

Lembrando que só tenho mais essa semana aqui. Quem quiser agendar esse Senhor Brecht aí na sua casa (Gabriel continua como sempre circulando com o dele na cidade), me escreva porque depois só em novembro (a não ser que apareça um patrocinador - o que não espero mais) na comemoração de 1 ano de #salapararapsodias , quando o projeto ganha mais um repertório: os contos de NASRUDIN, sábio turco muito bem humorado e esperto, de 1.300 (d.C. rs). Sessão magna que dividirei com Gabriel Castro Cavalcante e a nossa mentora Gislayne Matos. A partir disso, a liberdade de escolha (rs) entre Gonçalo M. Tavares e Nasrudin, ou ambos. Borandá! Essa foto do Evandro J P Araujo, disse ele, é em homenagem ao Laranja Mecânica 😂


O Senhor Brecht no Bar do Edinho, Belo Horizonte

Segunda-feira inaugurou-se em BH a parceria de Glauce Guima com o violão de Valdênio Martinho.  A dupla vai continuar seguindo por aí, em bares café ruas e onde quer que seja, acompanhe na página do facebook Sala para Rapsódias